quinta-feira, 26 de abril de 2012

Jó e a Esquerda - um pequeno esboço

[16] Se retive o que os pobres desejavam ou fiz desfalecer os olhos da viúva; [17] ou, se sozinho comi o meu bocado, e o órfão dele não participou [18] (Porque desde a minha mocidade cresceu comigo como se eu lhe fora o pai, e desde o ventre da minha mãe fui o guia da viúva.); [19] se a alguém vi perecer por falta de roupa e ao necessitado, por não ter coberta; [20] se os seus lombos não me abençoaram, se ele não se aquentava com a lã dos meus cordeiros; [21] se eu levantei a mão contra o órfão, por me ver apoiado pelos juízes da porta, [22] então, caia a omoplata do meu ombro, e seja arrancado o meu braço da articulação. [23] Porque o castigo de Deus seria para mim um assombro, e eu não poderia enfrentar a sua majestade.

Jó 31.16-23 (Almeida Revista e Atualizada).

Versos 16 a 21: exatamente o que o PT e demais regimes comunistas fazem (especialmente o v. 17);

Verso 22: uma oração que eles estão muito longe de fazer;

Verso 23: o que inevitavelmente os aguarda.

Soli Deo Gloria!

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Livro: "A Arte Expositiva de João Calvino"

Um breve endosso

Editora Fiel, 2008. 144 p.

De todos os livros que possuo na área de homilética, esse é talvez aquele que eu mais gosto (pelo menos até o presente momento). De forma simples mas profunda e agradabilíssima de se ler, Steve Lawson soube resumir em poucas páginas as principais características da pregação do grande reformador João Calvino. Lawson nos mostra que Calvino não foi apenas o grande "exegeta da Reforma", mas também um grande pregador. Leitura indispensável para aqueles que querem não apenas inteirar-se das características da pregação de Calvino, mas acima de tudo, esmerar-se em ser aquilo que Paulo recomendou a Timóteo - um "obreiro aprovado" (2 Tm 2.15).

Soli Deo Gloria!

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Que será dos que nunca ouviram? Uma breve confissão

Esse é um assunto que sempre me incomodou bastante, a saber, o destino eterno daqueles que nunca ouviram falar de Cristo. Deixando de lado se os tais ainda existem hoje (particularmente, penso que haja) e outras questões parecidas, bem como as várias perspectivas sobre o assunto, vou logo resumir a minha posição: todos os eleitos, fatalmente, ouvirão acerca de Cristo por meio da pregação da Sua Palavra. Nem todos os que ouvem são eleitos, obviamente, mas todos os eleitos ouvirão. Ainda que digamos que cabe somente a Deus julgar tais pessoas, não somos autorizados, pelas Escrituras, a pensar que poderá ser salvo quem nunca ouviu de acerca de Cristo, uma vez que "a fé vem pelo ouvir" (Rm 10.17), sendo esta mesma fé um dom de Deus exclusivamente para os Seus eleitos (cf. Tt 1.1). Estes, por sua vez, vem a Cristo pela pregação (cf. 2 Ts 2.13, 14).

Há de se questionar em que consiste essa "pregação". De pronto, rejeito a perspectiva segundo a qual a revelação geral (criação, cultura, moralidade, etc.) é suficiente para a salvação, pois, se assim fosse, a fé em Cristo seria necessária apenas para alguns (sinceramente, não creio na revelação geral nem como meio salvífico extraordinário). Nesse quesito, penso em Cornélio, centurião romano sobre o qual se diz ter sido "piedoso e temente a Deus" (At 10.2), mas que precisou ouvir explicitamente acerca de Cristo por intermédio do apóstolo Pedro para ser salvo (ver todo o capítulo 10 de Atos). Rejeito, também, a noção segundo a qual a pregação pode ser entendida como o exemplo de vida dos cristãos ("conversão pelo exemplo", tão propagada pelos pietistas e místicos medievais), pois nossas vidas não podem ser melhores do que a pregação viva da Palavra de Deus.

Há, ainda, um equívoco a ser corrigido, e este tem a ver com a relação entre Decreto e Providência. Novamente citando o caso de Cornélio (somente para não citar todos os eleitos), não podemos dizer que ele já era salvo antes de ouvir a Palavra. Pelo decreto, sim, ele já constava entre os eleitos, mas não pela Providência, haja visto não ter chegado ainda o tempo da concretização do decreto. E o que é a Providência, senão os meios que Deus usa para alcançar aquilo que Ele decretou? Nesse caso, Cornélio precisou, na História, ouvir a Palavra, sendo regenerado pelo Espírito para que pudesse, então, crer e ser salvo.

Assim sendo, creio ser a pregação o meio providencial responsável por infundir fé no coração do eleito. Só a pregação? Bem, como já falei acima, se há exceções elas não são especificadas pelas Escrituras, pelo que me reservo ao direito de me ater apenas àquilo que nos é afirmado pela Revelação como regra, em vez de especular sobre a exceção. E me valho, aqui, do pertinente comentário de Calvino a Romanos 10.14 (..."e como ouvirão, se não há quem pregue?"). Ele diz que "o que Paulo está descrevendo aqui é somente a palavra pregada, pois este e o modo normal que o Senhor designou para comunicar sua Palavra. E se se argumenta, à luz desse fato, que Deus não pode dar-se a conhecer entre os homens só por meio da pregação, então negaremos que isto era o que o apóstolo pretendia transmitir. Ele estava transferindo somente a ordinária dispensação divina, e não pretendia escrever uma lei à sua graça" (ênfase minha). E me é muito claro, ainda na Escritura, que Deus sempre envia Seus arautos para os lugares em que há eleitos Seus para serem alcançados (cf. At 18.10; 13.48; Jonas e os ninivitas, etc.). Novamente citando o reformador francês (agora em seu comentário a Romanos 10.15 - "e como pregarão se não forem enviados"), "quando alguma nação é agraciada com a pregação do evangelho, tal fato é uma garantia do amor divino".

Por último, não penso que este seja o típico assunto que deva ser relegado apressadamente ao "mistério", como se as provas bíblicas acerca dele fossem insuficientes ou inexistentes. O máximo que posso dizer quanto aos que nunca ouviram é que cada um será julgado de acordo com a resposta que deu à luz que teve, mas não para uma possível absolvição. Para o quê, então? Bem, embora eu tenda a crer aqui em possíveis níveis de sofrimento no inferno (cf. passagens como Mt 11.22, 24; Lc 12.47, 48; 20.17), prefiro não arriscar ir além daquilo sobre o que a Escritura não lança senão faíscas.


Soli Deo Gloria!

 

 

 

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sábado, 3 de março de 2012

Testando o Blogsy

Meu amigo Roberto Vargas já havia falado sobre uma tal "nova ferramenta" que ele estava testando. E essa ferramenta nada mais era do que um editor de blog para o seu iPad, o Blogsy. Pois bem, cá estou, após relutar por um tempo, testando também a tal ferramenta. E, assim como meu amigo Roberto, também espero que ela me renda bons frutos, pois também paguei por ela.

Em tudo isso, Soli Deo Gloria!

 

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Quantas bicicletas Deus tem?

Já é o segundo domingo consecutivo que estamos estudando sobre a doutrina da predestinação na escola dominical em nossa congregação. E, apesar de se tratar de uma congregação presbiteriana, as dificuldades em torno da doutrina ainda persistem nos corações e mentes de alguns – tanto a dificuldade em entendê-la quanto (principalmente!) em aceitá-la. Conversando sobre o assunto com minha esposa em casa, ela me lembrou de um ex-pastor nosso, o qual gostava de explicar a eleição da seguinte maneira: imagine que eu tenho uma bicicleta, e vejo dois garotos na rua. Resolvo, então, dar minha bicicleta a um deles. Alguém poderia me questionar por que eu dei a um e não ao outro, ao que eu responderia dizendo que a bicicleta é minha, e a dou a quem quiser. Não levei em conta quaisquer méritos ou deméritos nas crianças, simplesmente escolhi uma para ser agraciada. Assim, pois, é com a salvação: Deus a dá a quem Ele quer e ninguém pode reclamar disso, pois é algo que pertence a Ele. Fiz questão de levar a ilustração para a classe, mas com a seguinte pergunta: tudo bem, mas... teria Deus apenas uma bicicleta? Na realidade, levantei a questão como que me colocando no lugar de alguém que não aceita a doutrina da eleição incondicional tal como é explanada pela fé reformada. E, com isso, acabei aguçando ainda mais a polêmica que já estava sendo travada ali, mas com a intenção de dar uma resposta depois, obviamente.

Respostas? Há, se levarmos em conta, dentre outras coisas, a relação suficiência-eficiência. Encontramos um bom exemplo disso nos Cânones de Dort, no capítulo que trata sobre a morte de Cristo e a salvação do homem por meio dela:

Esta morte do Filho de Deus é o único e perfeito sacrifício pelos pecados, de valor e dignidade infinitos, abundantemente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro.

Cânones de Dort, II.3. Ênfase minha.

Ou seja, embora a morte de Cristo seja “abundantemente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro”, ela é eficiente apenas nos eleitos, como o próprio documento diz em seguida:

Pois este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosíssima morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e por conseguinte os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo por meio do sangue na cruz (pelo qual Ele confirmou a nova aliança) redimisse efetivamente de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles e somente aqueles que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos, e Lhe foram dado pelo Pai.

Idem, II.8. Ênfase minha.

Isto posto, podemos voltar à nossa ilustração da bicicleta: Deus até teria mais para dar, mas resolveu não fazê-lo. E por que não o fez, sendo Ele mesmo bom? Penso ser justamente aí que reside boa parte do problema quando falamos da exclusiva soberania de Deus na salvação do homem. Aliás, a própria pergunta em si já apresenta um grave problema de perspectiva. Já disse algumas vezes que todo e qualquer queixume contra a doutrina da eleição incondicional reside no fato de que o homem se acha bom por natureza e, por conseguinte, merecedor da graça (a “bicicleta”) de Deus. Na realidade, Cristo morreu por mim porque eu merecia ser salvo. É quando o homem passa, então, a confundir a justiça de Deus com a sua própria.

Minha resposta à pergunta por que Deus, mesmo sendo bom não quis Se valer da suficiência da Sua graça para alcançar a todos os que jazem nas trevas é justamente porque a Sua justiça seria ofuscada pelo seu amor, visto que não seria manifesta. Ora, o pecado não poderia passar impune. Se passasse, Deus, que odeia o pecado, deixaria de ser justo e santo. Assim sendo, o amor de Deus não pode ser dissociado do seu corolário, que é a Sua ira, a qual Paulo diz que "se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça" (Rm 1.18). E quando o amor sacrifica a justiça, o que temos não pode ser o amor bíblico e divino, mas um amor defeituoso e totalmente incapaz de redimir aquilo a que se propõe. Poderíamos afirmar, ainda com base nessa passagem paulina, que privar Deus de Sua ira santa é suprimir a verdade (justiça) para que a mentira (injustiça) prevaleça.

Acho que deveríamos pensar duas vezes antes de querermos sobrepor nossos "trapos de imundícia" (Is 64.6) à pureza do Senhor. E antes de reclamar qualquer "bicicleta" a Deus, que déssemos uma atenção especial às palavras do profeta Jeremias: "por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados" (Lm 3.39). Mas isso, quantos querem?

Soli Deo Gloria!

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O imutável amor de Deus


Esboço de um sermão que preguei ontem à noite na Igreja Presbiteriana do Ibura (Recife-PE). 
***
“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos” (Malaquias 3.6).

INTRODUÇÃO
Vocês me reputariam por herege caso eu afirmasse que nossos pecados, por piores que sejam, não são capazes de fazer com que Deus diminua o Seu amor por nós, os Seus eleitos? 

EXPOSIÇÃO
A queixa básica do povo parecia ser a de que Deus o havia esquecido, pois os ímpios estavam prosperando, enquanto que Israel, não (2.17; 3.15). Mesmo tendo Deus já declarado o Seu amor exclusivo para com a Casa de Israel, ela desdenhava dele (1.1-5). Para o povo, não havia vantagem nenhuma em um viver piedoso, visto que os ímpios (aparentemente) estavam escapando ao Juízo de Deus (3.14, 15).
- Pós-exílio.

A infidelidade dos sacerdotes 
  1. Profanação do culto (1.6-14): Deus, o pai desonrado e senhor desrespeitado (v. 6). “A mesa do Senhor é desprezível” (v. 7 e 12). O v. 13 é descrito doravante como o roubo nos dízimos e ofertas (3.7).
  2. Negligência da Lei: violação da aliança com Levi (tribo designada para os serviços litúrgicos). 1) negligência no ensino da Lei (v. 7, 8); e 2) parcialidade na aplicação da Lei (2.9). Ver exemplo prático disso em 3.5. Todo esse mau exemplo por parte dos sacerdotes estava fazendo com que muitos tropeçassem (v. 8). Isso estava se refletindo no dia-a-dia do povo, que também estava sendo infiel para com Deus.
A infidelidade do povo
  1. Casamento misto (2.10-12) – uma profanação da aliança (v. 10) e do santuário do Senhor (v. 11). Falar sobre a “Idolatria matrimonial”.
  2. Divórcio massivo (2.13-16). Deus não estava aceitando a oferta do povo por causa da infidelidade conjugal dele (v. 13, 14). As circunstâncias do texto indicam que os homens estavam se divorciando de suas esposas para se casarem com mulheres pagãs. Casamento é aliança, de modo que infidelidade conjugal significa infidelidade da aliança. Deus diz que odeia o divórcio! O casamento é uma instituição tão santa que violá-la, seja por casamento misto ou divórcio, constitui-se em uma quebra da Aliança para com Deus.
Diante de um quadro de infidelidade e rebelião como esse, restaria ainda algum vestígio de amor de Deus para com o Seu povo? Se sim, por meio de quê ele evidenciaria esse amor?

A resposta de Deus: Jesus, o “Anjo da Aliança”

Jesus é identificado como o “Senhor”, como o “Anjo da Aliança” (3.1) e como o “sol da justiça” (4.2) que traria salvação para o povo (cf. Mt 1.21).

Pensando especificamente nesse ato de amor do Pai em nos dar o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados, João irrompe numa contundente declaração: “Deus é amor” (1 Jo 4.8). João 3.16amor de boa vontade (beneplácito), deliberação em fazer o bem (“o mundo” = “aqueles que não têm nada” – Owen); João 14.23amor de aceitação; chamado para desfrutar de comunhão com o Pai. Não há qualquer possibilidade de comunhão em amor com o Pai sem a mediação do Filho.

O imutável amor de Deus (3.6)

“O amor do Pai é constante: aqueles a quem ama ele ama até o fim e sempre da mesma maneira” (Owen). Contudo, o fato de Deus não mudar o Seu amor para conosco não significa que Ele não altere as dispensações da Sua graça. Diante da nossa rebeldia e incredulidade, Ele nos reprova, castiga, esconde de nós a sua face, nos fere. Mas isso não significa que Seu amor por nós é diminuído. Como disse John Owen, “se qualquer tipo de provocação pudesse afastar o amor de Deus para conosco, já não existiria amor há muito tempo”. (Ver também o Salmo 78.32-38).

APLICAÇÃO: O que Deus exige de nós?

1) Receber o Seu amor. “Até que o amor do Pai seja recebido, não temos nenhuma comunhão com ele” (Owen). E como receber esse amor? Pela fé – mas não uma fé imediata, e sim mediada pelo Filho. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, e ninguém vem ao Pai senão for por mim” (Jo 14.6);

2) Corresponder ao Seu amor em amor. “Deus ama para que seja amado. Tudo começa no amor de Deus e termina no nosso amor para com Ele” (Owen). Não devemos nos fiar na graça de Deus e na imutabilidade do Seu amor por nós para vivermos de forma licenciosa e libertina. É bom lembrar que o “Anjo da Aliança” também seria instrumento de justiça (3.2-4; 4.1-3).

Soli Deo Gloria!
Leonardo Bruno Galdino.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Os crentes, esses incompreendidos...


Por John Owen

Os santos são as pessoas mais mal-compreendidas do mundo. Se os santos disserem: “Venham ter comunhão conosco” (ver 1 Jo 1.3), não estão os homens prontos a dizer: “Por quê? Quem são vocês? Vocês são um triste bando de pessoas sediciosas e facciosas (ver At 17.6; 28.22). Fiquem sabendo que desprezamos qualquer comunhão com vocês. Quando pretendermos deixar a comunhão com todos os homens honestos e dignos, então iremos até vocês”. No entanto, como os homens estão enganados! A comunhão verdadeira deles [dos crentes] é com o Pai: que os homens pensem o que quiserem sobre isso, os santos têm comunhão íntima, espiiritual revigorante e celestial na mútua comunicação de amor com o próprio Pai. Como são mal compreendidos, declara o apóstolo: “Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama, como enganadores e sendo verdadeiros; como desconhecidos e, entretando, bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Co 2.6-8). Em geral, é assim que são vistos: como pobres, inferiores, pessoas detestáveis e nem um pouco melhores que isso, quando, de fato, são os únicos personagens nobres e grandes no mundo. Pense sobre a companhia que possuem: a do Pai – quem é mais glorioso? A mercadoria que negociam é o amor – o que é mais precioso? Sem dúvida, são as coisas mais excelentes sobre a terra (Sl 16.3).

In: Comunhão com o Deus Trino (Cultura Cristã, 2010, p. 99).
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